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Novo Ecosport e New Fiesta Powershift:
A Evolução da Transmissão Automática
 
 
A Ford introduziu um novo conceito de câmbio automático com o lançamento do Novo EcoSport e do New Fiesta com transmissão sequencial PowerShift.
Com seis velocidades e sistema de dupla embreagem, a principal vantagem da transmissão é unir o conforto da transmissão automática com a esportividade das trocas manuais.
A tecnologia oferece três modos de condução: D, para trocas de marcha suaves e econômicas; S, esportivo, com um nível de rotação mais alto e preparado para retomadas; e manual sequencial, para o motorista usar a faixa de rotação de sua preferência.
Com o lançamento do Novo EcoSport e do New Fiesta com transmissão sequencial PowerShift, a Ford introduziu um novo conceito de câmbio automático, que dá aos dois veículos um padrão exclusivo de desempenho e economia de combustível na categoria. A principal vantagem dessa tecnologia é unir o conforto da transmissão automática com a esportividade das trocas manuais, de forma muito mais rápida e sem perda de torque ou desperdício de energia.
"É a transmissão mais avançada que existe e a Ford é a primeira a usá-la em carros de volume. Até então, ela só era vista em carros esportivos de luxo, já que é a única com capacidade de combinar trocas automáticas com alta performance", diz Fábio Okano, gerente de Engenharia Veicular da Ford.
Com seis velocidades e sistema de dupla embreagem, a transmissão PowerShift é um dos diferenciais que têm contribuído para o sucesso do Novo EcoSport e do New Fiesta, com um padrão superior de dirigibilidade, eficiência e conforto. Um vídeo sobre o seu funcionamento pode ser visto neste link.
Outro ponto que diferencia a nova transmissão é a durabilidade. Como não utiliza fluidos nem conversores de torque, ela é isenta de manutenção ou troca de peças de desgaste. Da mesma forma, seu sistema dispensa a substituição dos discos de atrito.
"A PowerShift não exige a troca periódica do fluido nem conta com outros itens de desgaste. Todos os seus sistemas foram projetados para durar o tempo de vida útil da transmissão, o que não acontece com as automatizadas existentes hoje no mercado", acrescenta Okano.