Além de design esportivo, ele inova no desempenho e economia, com novos motores 1.6 e 2.0 Flex e transmissão PowerShift, e nos equipamentos de segurança e conectividade, trazendo sistema SYNC com comandos de voz em todas as versões. “A Ford está hoje colhendo os frutos da sua ousadia de pensar diferente. Desenvolveu um utilitário esportivo que une a agilidade e economia de um compacto com a tecnologia e conforto de segmentos superiores. Mas fez mais do que isso: criou um novo conceito de produção, em parceria com os fornecedores, em um local totalmente novo, a fábrica de Camaçari, na Bahia”, disse Steven Armstrong, presidente da Ford América do Sul, no evento de lançamento da publicação em São Paulo. O estudo que deu origem ao livro foi produzido pelo grupo Mobilização Empresarial pela Inovação - MEI, que busca incentivar o crescimento e a competitividade da indústria nacional com o desenvolvimento de novas tecnologias e produtos. Desafios A publicação destaca os desafios que a Ford enfrentou com seu projeto pioneiro na região. “O Complexo Industrial Ford Nordeste é o primeiro grande complexo metalmecânico integrado da região, fora dos eixos tradicionais dessa indústria, o que representou a constituição de um novo polo com capacidade de irradiação para outras atividades.” Outro efeito do sucesso do EcoSport foi colocar a engenharia brasileira dentro de um novo patamar no cenário mundial e reconhecida como um centro de criação de veículos globais. Além de Camaçari, na Bahia, o veículo é produzido em Chennai, na Índia, em Chongqing, na China, e em breve será montado também em Rayong, na Tailândia, e Tatarstan, na Rússia. |